PEGN mostra o melhor momento para investir em franquias

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O “Pequenas Empresas & Grandes Negócios” deste domingo (17) mostra que a ansiedade é a inimiga da franquia. Com tantas oportunidades, fica no investidor a dúvida de saber quando é a hora certa para abrir uma unidade de produtos como paleta mexicana, esmalteria, temaqueria.

No PEGN, a consultora de negócios Lyana Bittencourt explica que quando todos estão com dúvida é o momento de entrar no ramo e, quando todos estão confiantes, é o momento de sair.

Vai se destacar aquele que tiver criatividade para inovar, como aconteceu com o casal Marcio e Daniela. Eles montaram uma rede de franquia de churros e, em pouco tempo, surgiram muitos concorrentes. A saída para manterem o sucesso foi apostar em sabores diferentes dos tradicionais, chegando a 1500 combinações.

Para os consumidores, um bom atendimento pode ser o caminho para ir às compras. O inverso também acontece: quando o cliente é mal atendido, ele pode nunca mais voltar. De olho nisso, o ‘PEGN’ visita uma loja que vende celulares e uma unidade de franquia de artigos esportivos. O que elas têm em comum? Ambas investem em capacitação dos funcionários.

No mundo da tecnologia, o quadro ‘PEGN.Tec’ mostra como é possível implementar dois serviços tradicionalmente “presenciais” no meio digital. Um casal de São Paulo criou um aplicativo em que pais podem contratar o serviço de professoras que atendem como babás.

Eles entram no app, informam o dia e por quanto tempo precisam do serviço, enquanto as babás retornam com uma oferta, em que o preço da hora varia de R$ 20 a R$ 55. Em outro caso, dois jovens empresários criaram um market place que vende peças de carros. No site, fabricantes, distribuidores e vendedores podem se cadastrar e colocar anúncios de produtos e os empresários faturam 12% do valor comercializado através do site.

Diretamente da Holanda, dois estudantes apresentam um aparelho feito exclusivamente para aquecer líquidos, batizado como “Mito”, e que tem previsão de chegar ao mercado europeu até o fim deste ano. A “engenhoca” funciona assim: a base do produto cria um campo eletromagnético que aquece qualquer material na sua superfície e transfere o calor direto para o alimento ou bebida.

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