Anvisa proíbe venda de lote de canela em pó por conter pelo de rato

É a segunda vez que pelo de roedor é encontrado no produto

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RIO — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição e venda de um lote da canela moída pura da marca Pachá, fabricado pela empresa Arcos, instalada em Contagem (MG). A decisão foi tomada depois de um laudo apontar a presença, acima da tolerância permitida, de pelo de roedor “matéria estranha indicativa de risco à saúde humana”, de acordo com a agência. O limite de tolerância da agência reguladora é que cada 50 gramas de canela tenham, no máximo, um fragmento de pelo de roedor.

O produto é vendido em embalagens com 30g e oO lote atingido é o 7/2015, com validade até maio de 2016. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira e levou em conta um laudo emitido pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias (IOM/FUNED) , que apresentou resultado insatisfatório.

Este é o segundo lote do produto onde foram encontrados pelos de roedor. O lote foi interditado no ano passado. A resolução já está em vigor.

Por meio de nota, a Arcos Com. Imp. Ltda. informou que já tomou as providências cabíveis para o recolhimento de todas as unidades do lote do produto em questão.

“Nesta oportunidade, [a empresa] reafirma seu compromisso com a qualidade dos produtos por ela embalados e comercializados e se coloca à disposição para dirimir quaisquer dúvidas através do e-mail sac@pachaalimentos.com”, completa a nota.

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