Fiocruz abre inscrições para curso gratuito sobre Manejo e Controle das Leishmanioses

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas(INI) da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) está com inscrições abertas para interessados em fazer o curso gratuito em Manejo e Controle das Leishmanioses.

A oportunidade é para pessoa com graduação completa em diferentes áreas como: médicos, biólogos, farmacêuticos, biomédicos, médicos veterinários, professores, entre outros.  

Durante o estudo, os que conquistarem as vagas terão acesso a informações sobre temas como: aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e medidas de prevenção e controle das Leishmanioses.

O curso é presencial e tem duração de 40 horas. As aulas serão ministradas de 27 a 31 de maio de 2019. As aulas ministradas serão sobre:

  • Aspectos clínicos das leishmanioses tegumentar e visceral;
  • Diagnóstico laboratorial e imunológico das leishmanioses;
  • Leishmanioses em animais domésticos;
  • Epidemiologia e controle das leishmanioses, vigilância e serviços de informação.

Como fazer a inscrição no curso gratuito da Fiocruz

As inscrições já estão abertas e seguem até 10 de abril de 2019. Clique aqui para fazer a sua.

Durante a inscrição será necessário preencher o formulário com os seus dados pessoais, e anexar os seguintes documentos:

  • Curriculum vitae atualizado, preferencialmente modelo Lattes;
  • Fotocópia do Diploma de graduação ou declaração de conclusão de curso de graduação emitido pela instituição de ensino;
  • Fotocópia da Carteira de Identidade e CPF;
  • Carta de intenção do candidato;
  • Carta de encaminhamento da instituição de origem do profissional.

A seleção será feita com base nos documentos enviados. Mais informações sobre o curso gratuito podem ser obtidas no mesmo site da inscrição.

Serviço

Público Alvo: profissionais de saúde de nível superior que atuam na rede pública de saúde.

Nº de vagas: 40

Local de realização do Curso: Avenida Brasil, 4365- Manguinhos- RJ

Prédio da Vice- Direção de Ensino do INI/FIOCRUZ.

Cronograma do Processo

Inscrição no Campus Virtual *De 01/03 a 10/04/2019
Resultado da Seleçãoa partir de 15/04/2019
Início do Curso27/05/2019
Término do Curso31/05/2019

Prefeitura inicia ação para combater praga de ratos na orla de Ponta Negra

A Secretaria Municipal de Saúde realiza desratização na orla de Ponta Negra, zona sul de Natal, nesta quinta-feira (10) e sexta-feira (11), das 8h às 14h. A ação conta com a parceria do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e Distrito Sanitário Sul e Unidade de Saúde da Família de Ponta Negra e da Urbana.

De acordo com a chefe da Vigilância Epidemiológica do Distrito Sul, Alessandra Pierre, “a ação tem o propósito de combater e controlar a população de ratos, adotando medidas que eliminam os fatores ambientais determinantes de riscos para a transmissão de doenças, como  a leptospirose  peste, tifo, hantaviroses, entre outras”.

Uma equipe com cerca de 30 pessoas, entre agentes de controle de endemias, supervisores e profissionais de saúde, estarão em campo próximo ao Hotel Praiamar até o Morro do Careca realizando a iscagem (colocação de raticida), em pontos estratégicos e atividade educativa com orientações para a população de trabalhadores da área.

Após uma semana os técnicos retornam para a reiscagem e após mais uma semana é realiza a limpeza área pela Urbana. O total de área trabalhada será de 2.239 imóveis de Ponta Negra.

“Estaremos conscientizando os moradores, banhistas, rede hoteleira, trabalhadores e população para manter a praia sempre limpa, evitando juntar lixo na orla. Solicitamos a população evitar deixar Água, Alimento, Acesso e Abrigo, que são os quatro “As”, responsáveis por atrair ratos. O animal aparece na praia porque algo o atrai, pois há comida e abrigo no local, que favorecem o aumento dos animais, como o lixo descartado de forma irregular nas praias”, destacou o supervisor de área, José Humberto  do Nascimento.

Importância de se contratar empresas especializada no controle de pragas.

Dra Clair Aparecida Viecelli concede entrevista a Apresentadora Olga Bongiovanni no programa Atualidades da TV Tarobá/BAND. Incidência de pragas urbanas no verão. Periodicidade do controle, medidas corretivas e preventivas.

Pragas urbanas tiram a tranquilidade de moradores da zona leste de SP

SÃO PAULO – Nos dias mais quentes do verão, alguns desconfortos são relatados por moradores da zona leste de São Paulo diante da presença excessiva de formigas, baratas e insetos nas residências e ruas de alguns bairros.

Simone Ferreira estava na casa de sua prima e observou que na rua havia algumas baratas. “Acho que o calor e também a chuva fazem as baratas saírem dos bueiros. É nojento. E o problema é que elas entram nas residências. A gente costuma passar inseticida perto dos portões para impedir a entrada delas, mas tem cachorros na rua e ficamos com receio de passar algo que possa fazer mal a eles. Sinceramente, incomoda muito”, disse.

A proliferação das pragas urbanas, de uma maneira geral, é influenciada pela temperatura e pela umidade do ambiente, por isso, que no verão percebemos a infestação desses visitantes indesejados. “O aumento da temperatura acelera o metabolismo das pragas, tornando o ciclo de reprodução mais rápido. A barata de cozinha (Blatella Germânica), por exemplo, pode se desenvolver até 4 vezes mais rápido em locais úmidos e com temperatura média de 27ºC, do que em condições menos favoráveis”, esclareceu a diretora de Integração Regional da Associação dos Controladores de Pragas de São Paulo (APRAG) e da Smart Control, Carla Ronchi.

“Costumamos dizer que a presença de pragas urbanas em um ambiente é determinada pela presença dos 4 A’s: acesso, abrigo, água e alimento disponíveis”, ressaltou Carla Ronchi.

Nas proximidades da Avenida Águia de Haia e da Rua Rosa Mendes, na zona leste, moradores relatam que já viram até 20 baratas andando pelas ruas. “Mesmo quando não há lixos espalhados pela rua, as baratas aparecem. Quando chove, é ainda pior”, relatou o morador José Matias.


Foto: Pixabay

Dentro de casa, as formigas também incomodam as donas de casa. “Mesmo depois de limpar tudo, as formiguinhas ficam andando nos móveis, mesmo onde não tem comida. Sem contar os pernilongos, que também gostam de aparecer nesta época do verão”, ressaltou Marilda Araújo. Ela também acrescenta que muitas baratas estão saindo dos esgotos.

“É dever do poder público, a manutenção de fatores ambientais de risco à saúde, como saneamento básico, limpeza das áreas públicas, a observação de terrenos baldios, limpeza de bueiros e córregos, além é claro, de ajudar a promover a educação ambiental. Em algumas situações, somente um olhar especialista com treinamentos e equipamentos adequados podem identificar corretamente o tipo e gravidade do problema”, reforçou a diretora de Integração Regional da APRAG.

Algumas atitudes podem ser tomadas no sentido de eliminar as condições que propiciam a presença de pragas:

– Inspecionar periodicamente e cuidadosamente caixas de papelão, caixotes, atrás de armários, gavetas e todo tipo de material que possa servir de transporte ou abrigo às pragas e suas crias;

– Limpar todo o local cuidadosamente, bem como todos os pertences nele inclusos – fornos, armários, eletrodomésticos, coifas, área embaixo da pia ou onde quer que possa ocorrer acúmulo de gordura e restos de alimentos;

– Acondicionar o lixo em sacos plásticos e dentro de latas apropriadamente fechadas e limpas;

– Vedar frestas, rachaduras e vãos que possam servir de abrigo;

– Colocar telas, grelhas, ralos do tipo ‘abre-fecha’, sacos de areia, entre outros, para impedir a entrada desses insetos pelos ralos e encanamentos.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informa que denúncias e reclamações de munícipes, bem como de entidades públicas e privadas, são recebidas por meio do telefone 156 ou pelo portal.

As solicitações geradas são automaticamente encaminhadas às Unidades de Vigilância em Saúde (UVIS) local, que tomam individualmente as providências cabíveis, conforme o caso, após vistoria e avaliação de risco pela autoridade sanitária competente.

É importante ressaltar que a proliferação de animais como escorpiões e ratos está diretamente ligada a hábitos como descarte irregular de lixo e entulho em locais como córregos, praças, terrenos baldios e bueiros. Dessa forma, a parceria entre poder público e população é fundamental para evitar a propagação de pragas urbanas.

“No caso dos mosquitos, a presença de água é fundamental para a proliferação, já que é o meio pelo qual formam-se os criadouros. O aumento da temperatura também favorece o desenvolvimento desses insetos. Para evitar a propagação de mosquitos como o Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, a prefeitura lançou, em novembro do ano passado, o Plano Municipal de Enfrentamento às Arboviroses, que prevê, entre outras coisas, ações de controle de vetores e intensificação das inspeções realizadas por agentes de saúde em áreas que possam abrigar criadouros do mosquito Aedes aegypti, destacou a nota.

Segundo a secretaria, as ações de mobilização tem como objetivo engajar toda a população para adoção de medidas que eliminem os locais que possam acumular água, como a limpeza de calhas, manter piscinas limpas e tratadas, embocar garrafas, galões e outros recipientes, cobrir tambores, tanques e caixas d’água.

Mais informações estão disponíveis neste link.

Quer compartilhar alguma reclamação em seu bairro? Mande seu relato por WhatsApp (11) 9-7069-8639 ou para o email blitzestadao@estadao.com.

Vai ao Plenário projeto que regulamenta controle de pragas urbanas

Seguiu para o Plenário do Senado um projeto de lei que regulamenta o controle e o combate a insetos e pequenos animais que se proliferam desordenadamente nas cidades e oferecem risco à saúde humana — entre eles, baratas, moscas, pernilongos, formigas, escorpiões, morcegos, ratos, pombos e caramujos.

O Projeto de Lei da Câmara (PLC ) 65/2016 foi aprovado por unanimidade na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira, 17. O relator, senador Waldemir Moka (MDB-MS), leu parecer pela aprovação do texto e de emendas propostas pela Comissão de Meio Ambiente (CMA) que ajustam a redação.

O objetivo do projeto é estruturar o setor, já que as empresas controladoras desses insetos e animais atuam obedecendo a normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas sem legislação específica. De acordo com o PLC, o controle dessas pragas deverá ser feito por empresas especializadas autorizadas pelo Ministério da Saúde e licenciadas pelas vigilâncias sanitária e ambiental do estado ou município.

O projeto não considera empresas especializadas no controle de pragas as de limpeza, higienização, desentupimento e manutenção — assim como quaisquer outras empresas de prestação de serviços — que não tiverem os licenciamentos exigidos. O texto determina que aplicadores, operadores e técnicos sejam submetidos a treinamento específico e periodicamente atualizado. Também estabelece, entre outros pontos, que as empresas deverão implementar um manual de procedimentos operacionais padronizados (POPs) no serviço de controle de vetores e pragas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Supermercado na av. Antônio Sales é interditado após fiscais encontrarem ratos e baratas

Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis) autuou e interditou uma unidade da rede de supermercados Pão de Açúcar, localizado na avenida Antônio Sales, esquina com Desembargador Moreira, na Aldeota, na manhã desta terça-feira, 25. O motivo alegado é o “desrespeito às normas sanitárias vigentes”, de acordo com a Agefis, que enviou fiscais ao local, os quais constataram a presença de pragas e vetores urbanos, como ratos e baratas, nas áreas de vendas, armazenamento e manipulação.
O armazenamento e acondicionamento inadequado de alimentos perecíveis como queijos, iogurtes, carnes e pescados também foi verificado pelos agentes, assim como as más condições de higiene e funcionamento dos equipamentos do açougue e da padaria.
As irregularidades encontradas são infrações sanitárias, conforme a lei federal nº 6.437/77 e a lei municipal nº 8.222/98; além disso, desrespeitam a lei municipal nº 4.950/77 e as boas práticas definidas pela Resolução RDC nº 216/2004, da Anvisa.
A empresa está sujeita a multa de até R$ 1,5 milhão, além de medidas administrativas, de acordo com a gravidade da infração e reincidência, após parecer da Junta de Análise e Julgamento de Processos da Agefis. A agência justifica que ação teve como objetivo “proteger a saúde da população”.
Ao O POVO Online a empresa informou que a ação na unidade interditada “foi uma ocorrência isolada”. “O Pão de Açúcar reforça que dedetizações são realizadas com frequência em todas as unidades e que acionou a empresa de manejo integrado de pragas para realizar ações corretivas”, disse em nota.
Quanto aos demais pontos observados na fiscalização, a rede comunica que “iniciou as adequações necessárias a fim de que seja reaberta o mais rápido possível”.
Denúncias
A Agefis informa que recebe denúncias pelo telefone: 3487-8532

Setor de nutrição do HU de João Pessoa é interditado por intoxicação

Uma dedetização feita no Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa, na última sexta-feira (21), deixou o setor de nutrição prejudicado durante o fim de semana. Segundo a direção do hospital, alguns funcionários apresentaram sintomas de intoxicação respiratória e, por isso, o setor de nutrição foi interditado. Por isso, as refeições do almoço no domingo (23) foram servidas com atraso.

Alguns pacientes e acompanhantes reclamaram que até duas horas da tarde do domingo, o almoço ainda não havia sido servido. Gestantes e diabéticos também receberam a refeição com atraso.

O superintendente do HU de João Pessoa, Ângelo Melo, explicou que a dedetização aconteceu na noite da sexta-feira e que, no sábado, alguns funcionários começaram a apresentar sintomas de intoxicação respiratória. Por isso, foi realizada uma limpeza no setor de nutrição, com água e sabão.

Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa — Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba
Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa — Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba

No entanto, na manhã do domingo, outros dois funcionários apresentaram sintomas de intoxicação. A direção então determinou o fechamento do setor de nutrição e contratou uma empresa terceirizada para fazer a entrega da alimentação dos pacientes e acompanhantes. O almoço foi entregue com atraso, mas as outras refeições seguiram o cronograma normal.

Ainda conforme informações do superintendente, a empresa contratada para fazer a dedetização já faz esse trabalho no hospital há três anos e nunca houve problemas. Ela foi notificada e vai investigar o que houve. O setor de nutrição deve voltar a funcionar ainda esta semana.