Confira ‘corpos estranhos’ já encontrados em alimentos

Barata em leite condensado, prego em croissant, pelo de rato em ketchup; por mais absurdas que pareçam, essas situações aconteceram no Brasil

0
8
Foto: Reprodução

Barata no leite condensado – O consumidor que encontrou uma barata inteira no leite condensado entrou na Justiça e recebeu, por danos morais, o valor de R$ 15 mil. Na decisão, a Justiça ressaltou os abalos psicológicos sofridos pelo consumidor ao descobrir ter ingerido um alimento contaminado por uma barata morta, “animal notadamente sujo, que vive nos esgotos e traz risco de inúmeras doenças”

Prego no croissant – Em 2010, uma rede de supermercados foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e teve que pagar uma indenização de R$ 2.000 por danos morais para um consumidor que encontrou um prego dentro de um croissant. A Justiça entendeu que, como o produto tinha sido parcialmente ingerido, gerou abalo psicológico, além de repugnância, sensação de insegurança e vulnerabilidade

Foto: Reprodução/Rede Record

Inseto no macarrão – Depois de receber reclamações de três consumidores, em julho de 2013 o Procon do Rio de Janeiro notificou uma empresa que produz macarrão instantâneo por causa da presença de insetos e larvas em um lote do produto sabor galinha caipira. Os produtos contaminados foram retirados do mercado

Foto: Thinkstock

Borracha no chocolate –  Uma conhecida fabricante de chocolate foi condenada a pagar R$ 20 mil por danos morais ao consumidor que encontrou três pedaços de borracha em barra de chocolate parcialmente consumida. Já outro consumidor que percebeu a presença de ovos e larvas de inseto em um outro chocolate, já com a data de validade vencida, perdeu a causa. A empresa alegou que a contaminação não ocorreu em suas instalações

Foto: Reprodução/Record TV

Pelo de rato no molho de tomate – Em maio de 2017 um caso famoso assustou os consumidores de molho de tomate. Uma famosa marca alemã com fábricas no Brasil anunciou o recolhimento voluntário de 22 mil unidades do produto por causa da existência de fragmentos de pelo de roedor acima do limite máximo de tolerância

Foto: Getty Images

Pelo de rato no ketchup – A mesma empresa também teve problemas com outro produto, o ketchup em julho de 2016. Na época a Anvisa proibiu a venda e distribuição de um lote do produto por causa da presença de pelos de roedor em amostras do produto

Foto: Getty Images

Papel de bala em refrigerante – Em 2012, um consumidor ganhou na Justiça gaúcha uma indenização de R$ 6.600 de uma marca de refrigerante. O motivo? Ele comprou duas garrafas da bebida e, depois de beber um copo, percebeu que tinha pedaços de papel de bala dentro das garrafas. Durante o processo, o homem disse que passou mal e não conseguiu ir para o trabalho no dia seguinte

Foto: Thinkstock

Formol no leite – Casos de contaminação no leite não são raros. Nos últimos anos, muitos escândalos do tipo vieram à tona. Um deles, em 2014, mostrou que uma indústria de laticínios do Rio Grande do Sul adulterava o produto com formol e água oxigenada. O caso envolveu marcas líderes em vendas, que tiveram que retirar seus produtos das prateleiras

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Produto de limpeza em suco – Em março de 2013 foi a vez de um suco à base de soja ser contaminado durante o processo de produção. Por causa de uma falha humana, a bebida foi envasada junto com uma solução usada para higienizar as máquinas. Ao todo, 96 unidades do suco sabor maçã, produzido em Porto Alegre (RS) foram contaminadas. A empresa teve que organizar uma força-tarefa para rastrear todas as unidades e retirá-las do mercado

Foto: Getty Images/Adam Berry/16.09.2012

Carne estragada ‘maquiada’ – Em março de 2017, depois de investigar 30 frigoríficos, a Polícia Federal deflagrou a Operação Carne Fraca. Diversas empresas ligadas ao setor alimentício foram acusadas de irregularidades como o uso de materiais impróprios na fabricação de alimentos, entre eles, o uso exagerado de ácidos para maquiar a carne estragada ou com mau cheiro

Foto: GettyImages

Bactéria no frango – Em março deste ano, uma nova fase da Operação Carne Fraca contatou que a empresa BRF fraudava laudos relacionados à presença da bactéria salmonela spp na carne de frango. De acordo com o Ministério da Agricultura, esta alteração não coloca a saúde dos consumidores brasileiros em risco

Foto: Reuters

Bactéria no queijo – Contaminação em queijo também não é uma novidade. Em 2015, a Fundação de Amparo à Pesquisa encontrou  bactérias em três marcas produtoras de queijo do tipo minas frescal no estado. No início deste ano, a Anvisa proibiu lotes de três tipos de queijo produzidos no município de Chapada, no Rio Grande do Sul pelo mesmo motivo

Foto: GDF

Deixe seu Comentário

Please enter your comment!
Please enter your name here