Crise hídrica agrava contaminação por dengue no Rio Grande do Norte

Quase 80% dos depósitos predominantes do mosquito na região Nordeste são por armazenamento de água.

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O combate ao Aedes Aegypti, mosquito que transmite doenças como #Dengue, Zika e Chikungunya, é importante durante todo o ano. Apesar de a ameaça existir o ano inteiro, ela fica mais intensa durante o verão.

No início de dezembro, foi divulgado pelo Ministério da Saúde que o Nordeste é a região com maior número de mortes por microcefalia no Brasil. O estado com maior número de mortes é o Ceará; foram 25 mortes entre 8 de novembro de 2015 e 3 de dezembro de 2016. O segundo estado com maior número de óbitos é o Rio Grande do Norte; com 22 mortes. Em seguida vem a Bahia, com 22, Paraíba, com 18, e Rio de Janeiro e Goiás, com 11 cada um. Foram 121 mortes no Nordeste, 25 mortes no Sudeste, 23 no Centro-Oeste, 17 no Norte e uma no Sul.

Crise hídrica x Dengue

A #Crise das chuvas vem desde 2011 no Rio Grande do Norte. Ao todo, 68% ─ mais de dois terços ─ dos principais reservatórios do estado estão secos ou já em volume morto, de acordo com o Instituto de Gestão de Águas do RN (Igarn).

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