Estado está com 44,7% mais focos do mosquito Aedes aegypti em 2019, aponta boletim da Dive-SC

Santa Catarina tem 3.086 focos do mosquito Aedes aegypti em 116 municípios, segundo boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive-SC) divulgado nesta quinta-feira (7). O dado representa crescimento de 44,7% com relação ao mesmo período de 2018, o que alerta para a maior chance de transmissão de doenças como dengue, vírus da zika e chikungunya.

Na terça-feira (5), a Dive-SC confirmou que Florianópolis registrou o primeiro caso de dengue contraída dentro do estado, situação chamada de autóctone e que traz a necessidade eliminação dos focos do mosquito. Outros dois casos da doença foram registrados este ano, mas importados do Acre e Goiás. São moradores de Florianópolis que viajaram e ficaram doentes.

O boletim da Dive-SC analisou a situação dos focos e transmissão da doença pelo mosquito entre 30 de dezembro e 2 de fevereiro de 2019. No mesmo período do ano passado, havia 2.133 focos em 95 municípios.

O estado também considera que 76 municípios catarinenses estão infestados, o que representa um aumento de 18,7% com relação ao mesmo período de 2018, quando eram 64 nessa situação. A relação pode ser acessada no site da Dive-SC.

Dengue, vírus da zika e chikungunya

A Dive-SC ainda divulgou a relação de casos notificados e confirmados das três doenças transmitidas pelo mosquito no mesmo período. Apenas a dengue tem confirmação de doentes. Apesar dos poucos casos confirmados, muitos ainda estão em análise.

Com relação ao mesmo período do ano passado, eram três casos de dengue, nenhum de vírus da zika e quatro de chikungunya confirmados.

Confira os dados atualizados da Dive-SC:

Dengue
Confirmados: 3
Em investigação: 122
Descartados: 106 
Notificações: 231

Chikungunya
Confirmados: 0
Investigação: 37 
Descartados: 10
Notificações: 47

Vírus da zika
Confirmados: 0
Investigação: 1 
Descartados: 1
Notificações: 2

Autor: Comunicação Pragas e Eventos

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