O primeiro Levantamento Rápido do Índice de infestação para Aedes aegypti (LirAa) de Cascavel, no oeste do Paraná, em 2017 apontou uma taxa média de 1,7% de presença do mosquito nos cerca de 4,4 mil imóveis vistoriados entre segunda (9) e quarta-feira (11). O índice é considerado alto e representa risco de epidemia de dengue.

Durante as visitas foram vistoriados e identificados possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus da zika e coletadas larvas para análise.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os índices são ainda mais preocupantes nas regiões sul, onde estão os bairros Itália, Veneza, Cascavel Velho e Universitários, com 3,9% dos imóveis com presença de larvas do mosquito, e oeste , dos bairros Novo Milênio, Parque Verde e Tropical,  com média de 2,7% de infestação.

Um das explicações para o índice maior nestas regiões está no fato de muitas das casas terem piscinas, ainda segundo a secretaria. E, como nesta época do ano muitos moradores viajam, elas acabam se tornando criadouros do Aedes aegypti.

Em janeiro de 2016, Cascavel registrou alto risco para epidemia, com índice de 6,8%. Os índices baixaram nos levantamentos seguintes, todos com baixo risco para epidemia, ficando em 0,5% no segundo LirAa; 0,2% no terceiro, fechando o ano com média de infestação de 0,2%. O preconizado pelo Ministério da Saúde é de 1% dos imóveis, índice considerado de baixo risco para epidemia.

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