Ministério da Saúde divulga boletim de ocorrências Dengue, Zika e Chikungunya no Brasil

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Mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya (Foto: AP Photo/Felipe Dana, File)

DENGUE
O Brasil registrou, até 28 de novembro, 1.475.940 casos de dengue. Considerando as regiões do país, Sudeste e Nordeste apresentam os maiores números de casos, com 852.144 casos e 322.322 casos, respectivamente. Em seguida estão as regiões Centro-Oeste (190.623), Sul (72.908) e Norte (37.943).

ZIKA
Foram 210.897 casos prováveis de febre pelo vírus Zika em todo o país, até o dia 28 de novembro, o que representa uma taxa de incidência de 103,2 casos a cada 100 mil habitantes. A transmissão autóctone do vírus no país foi confirmada a partir de abril de 2015, com a confirmação laboratorial no município de Camaçari (BA). O Ministério da Saúde tornou compulsória a notificação dos casos de Zika em fevereiro deste ano. Desde então, estados e municípios vinham preparando seus sistemas de registros para encaminhar estas notificações ao Ministério da Saúde. Antes disso, o monitoramento do vírus Zika era realizado por meio de vigilância sentinela.

A região Sudeste teve 90.006 casos prováveis da doença, seguida das regiões Nordeste (75.591); Centro-Oeste (31.694); Norte (12.653) e Sul (953). Considerando a proporção de casos por habitantes, a região Centro-Oeste fica à frente, com incidência de 205,2 casos/100 mil habitantes, seguida do Nordeste (133,6); Sudeste (105,0); Norte (72,4); Sul (3,3).

CHIKUNGUNYA
Foram notificados, até 28 de novembro, 259.928 casos prováveis de Chikungunya. Do ponto de vista epidemiológico, o aumento de casos era previsto, uma vez que a chikungunya é uma doença recente (identificada pela primeira vez no Brasil em 2014) e, por isso, a população está mais  suscetível. O Ministério da Saúde trabalha com a possibilidade de que ocorra um aumento no número de casos nos próximos meses em alguns estados que ainda não afetados pela doença, devido à suscetibilidade da população ainda não exposta ao vírus e às condições climáticas favoráveis como o calor e as chuvas, condições ideais para a proliferação do Aedes aegypti.

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