Três Lagoas registra 12 casos de leishmaniose visceral

Em todo o ano passado, 96 casos foram registrados no Estado, desses 12 em Três Lagoas

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Por Ana Cristina Santos

Em 2016, Três Lagoas registrou 12 casos positivo de leishmaniose visceral, segundo dados do boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, atualizado até 23 de dezembro. Nenhum óbito foi registrado nesse período na cidade.

Três Lagoas é o segundo município do Estado que mais registrou casos positivo da doença, ficando atrás apenas da capital, Campo Grande que contabilizou no ano passado, 38 casos confirmados de leishmaniose visceral.

Em todo o ano passado, 96 casos de leishmaniose visceral foram registrados em 21 municípios do Estado, sendo que o maior número foi contabilizado em Campo Grande, seguido por Três Lagoas, Corumbá e Coxim.

No mesmo período, cinco óbitos pela doença foram registrados em quatro municípios do Estado: Campo Grande, Coxim, Jardim e Rio Verde de Mato Grosso.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a leishmaniose visceral é uma doença de notificação compulsória e, por isso, todo caso suspeito deve ser notificado e investigado pelos serviços de saúde, através da ficha de investigação padronizada pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). A leishmaniose é uma doença de evolução crônica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, astenia, adinamia e anemia, dentre outras manifestações. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.

Sua transmissão se dá através de picada de flebotomíneos – também conhecidos como mosquitos-palha. A doença afeta não apenas os seres humanos, mas animais também, em especial cães e gatos.

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